Dia Internacional da Mulher

Hoje assinala-se o Dia Internacional da Mulher.

Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.
A data surgiu em honra das operárias protagonistas do protesto realizado a 8 de Março de 1857, em Nova Iorque. Nesta data fizeram greve e ocuparam a fábrica onde trabalhavam para reivindicar a redução do horário de trabalho de 16 para 10 horas diárias.
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça. A data foi adoptada pelas Nações Unidas, em 1975, para lembrar tanto as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres como as discriminações e as violências a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo.
O dia da mulher é hoje mas todos os dias as mulheres provam que são merecedoras de um lugar igual na sociedade. Este é um dia simbólico que representa toda uma luta por mais direitos, direitos que ainda hoje estão por conquistar. Tais como, desigualdade de salário, acesso limitado a lugares de chefia nas empresas e instituições, discriminação à maternidade.
Infelizmente este dia perdeu algum do seu sentido original, sendo a data utilizada, também, para fins meramente comerciais.

A todas as mulheres, um óptimo Dia da Mulher

Jardim Bordallo Pinheiro no Museu da Cidade, Campo Grande -Lisboa

Esta semana, nas andanças por Lisboa, acabei por mera curiosidade espreitar por uma janela do Museu da Cidade para o Jardim e qual não foi a minha surpresa ao encontrar uma belíssima atmosfera banhada pelo quase precioso e único dia de sol da minha estadia, repleta de imaginação e histórias para contar: O Jardim Bordallo Pinheiro foi uma ideia de Catarina Portas, quando a empresa de faiança do artista português ameaçou ir à falência. Os moldes criados por Rafael Bordallo Pinheiro foram recuperados pela ceramista Elsa Rebelo.

No jardim por altos muros cercado, topiária, lagos e fontes recriou-se um cenário encantador e cheio de fantasia: um regalo para os apreciadores das peças do artista e para as mentes imaginativas. São peças de cães, gatos, macacos, caracóis, répteis, peixes, batráquios, lagostas numa escala distinta da realidade, colocadas em locais e posições estratégicas, narrando uma história cheia de movimento e cor. Bordallo Pinheiro concebera essas espécies em cerâmica para decorar o pavilhão português na Exposição Universal de Paris em 1889.
Para além desse espaço, os jardins do Museu incluem também um belíssimo bosque de buxos retorcidos na sua forma arbórea tão rara de encontrar, pelo menos no Norte de Portugal, onde a luz penetra suavemente e os pavões se regalam na sombra e na quietude do espaço sobre o coberto de pervinca.
Aconselho vivamente, a quem tiver a oportunidade, a visitar este Museu cuja entrada é gratuita e se situa no Campo Grande, junto à Faculdade de Ciências de Lisboa.














4.º Seminário “Espaços Verdes no Ordenamento do Território”




O 4.º Seminário “Espaços Verdes no Ordenamento do Território” realiza-se na próxima quinta-feira, no Salão Nobre da Universidade Lusíada, em Famalicão, numa iniciativa da responsabilidade da Mesquita Guimarães Agro-Florestal Ld.ª em conjunto com a Didáxis Escola Cooperativa de vale S. Cosme – anunciou Artur Mesquita Guimarães, responsável pela organização.

A primeira sessão da manhã terá como moderadora Isabel Martinho da Silva (FCUP), sendo o primeiro tema “Corredor ribeirinho do Rio Pelhe: da escala municipal à definição da Estrutura Ecológica Urbana de Vila Nova de Famalicão”, a cargo da arquitecta paisagista Cristina Pereira. Segue-se o tema “Agroparque – uma estratégia para a estrutura ecológica urbana”, pela também arquitecta paisagista Elisa Bairrinho. Ainda de manhã, haverá lugar para uma mesa-redonda sobre “Espaços Verdes no ordenamento do território”, tendo como moderador Paulo Farinha Marques (FCUP), com intervenções previstas de Isabel Martinho da Silva (FCUP), Ana Luísa Soares (ISA), Luís Martins (UTAD), Fernando Mariz (UL), Maria João Dias Costa (DRCN – Mosteiro de Tibães), Benedito Calejo (geólogo consultor), Elisa Bairrinho e Cristina Pereira.

De tarde, os trabalhos prosseguem com “Uma perspectiva sistémica do ordenamento” (Francisco Alves), “A alteração dos usos do solo como indicador de transformações na relação Homem-Natureza: um estudo de caso na Bacia do Leça” (Helena Madureira), “Uma proposta para uma Rede Metropolitana de Parques do Porto” (Teresa Andresen) e “Os espaços naturais protegidos na Galiza: conservação da natureza e desenvolvimento sócio-económico” (Valerià Paul Carril, da Universidade de Santiago de Compostela). A sessão de encerramento está marcada para as 17.30 horas.

Registe-se que o Conselho Científico deste Seminário inclui Teresa Andresen (FCUP), Fernando Mariz (UL), Luís Martins (UTAD), Ana Luísa Soares (ISA), Paulo Farinha Marques (FCUP), Helena Madureira (FLUP), Valerià Paul Carril (Universidade de Santiago de Compostela), Maria João Dias da Costa (DRCN – Mosteiro de Tibães), José Fernandes (Didáxis) e Ana Paula Mesquita Guimarães (MGAF).

eles bem que avisaram!!

nao querendo beliscar a sensibilidade das pessoas que sofreram e sofrem com as desgraças, e sem motivos de alegria pela clarividencia daqueles que se batem pelo equilibrio entre desenvolvimento e a ecologia isto é o desenvolvimento sustentavel

seja politicamente incorrecto colocar estes videos neste blog o que é certo é que as coisas tem que se dizer FRONTALMENTE e como ha penas para crimes deve tambem haver culpados por os acontecimentos recentes na Madeira... mas a justiça é cega... e morre solteira em Portugal!

ha crimes e outras acçoes que nao sao assim consideros... pelos vistos e tudo corre bem

Ça Va !











...infelizmente este poderá ser um estudo de caso excelente para a analise do Ordenamento do Territorio a sua pertinencia.....


Thickened Waterfront

"Thickened Waterfront" it is a garden proposal in the city of Xi'An, in China.

The Landscape Urbanism Unit at the Architectural Association in London was commissioned to design and build it for 2011




Thickened Waterfront

AA Landscape Urbanism Garden Design

Xi’an, China

The parcel has a distinct character but a series of strategies will be applied in order to integrate the Thickened Waterfront into the general design.

WATERSCAPE STRATEGY

Along these lines, artificial topographies, rippled organizations of diverse water features and multiplicity of floating structures will be considered to turn the linear character of the parcel into a multi layered spatial domain. The diagrammatic approach towards the work with the material structures of the mini piers, retaining structures and engineering techniques will help to define a rich spatial condition which will help to add layers of experience to the arrival through the park to the waterfront.

THICKENED WATERFRONT

Spatial and three dimensional experiences: The arrival sequence into the Thickened Waterfront augments the sensations of the pedestrians or focalises the attention into strategically treated micro environments.

Several bands structure the proposal to create the different habitats and will be flexible to adjust to other proposals.

EDGE CONDITION

The work is based on an expanded idea of the edge, turning into a field of distributed spatial experience what otherwise is defined as a line or a rigid boundary of the water edge. The main idea would be to blur the contact of land-water seeking to encroach earth structures into the lagoon while bringing it inland in other areas.

MULTIPLYING EXPERIENCES

The pedestrian should be able to read and perceive a wide variety of material and spatial qualities in a compressed setting.

A series of individual ponds will host a diverse catalogue of conditions of light reflection, water depth, colour, planting, fauna and potentially human interaction (bathing, pudding pool).

These mosaics of water features will provide the medium for further interactions and enriched version of the ecologies within the park, incorporating expanded ideas of performance, spatial experience and environmental qualities.




















Credits:

Thickened Waterfront

AA Landscape Urbanism Garden Design

Xi’an, China

Lead by:

AALU Tutors Eduardo Rico, Alfredo Ramirez

AALU Director Eva Castro

Design Team: Jorge Ayala, Hossein Kachabi

que é isto? : Orpheus at Boughton...



Um novo panorama, num cenário histórico : efeito deslumbrante
o passado... presente e um futuro
Jardins históricos com vitalidade... a historia faz-se e mantem-se



1722 Vitruvius Britannicus plan of the Gardens at Boughton


1746 Watercolour plan of the Gardens




Aerial View of the Gardens at Boughton perhaps by Charles Bridgeman



Boughton is one of the greatest formal landscapes of England. The evolution of the gardens during the seventeenth and eighteenth centuries created a strong but complex structure of canals, basins, avenues and features such as the great Mount. Ralph Montagu’s initial vision of axial formality has remained as the central theme. It is a garden of land and water; avenues and vistas; rhythm and reflection.

The current Duke of Buccleuch has begun the massive task of restoring the gardens and commissioned a new feature on the empty space opposite the great Mount.

The proposal is to make a space that emphasizes the scale and mass of the great earthwork, to create an Orphean Hades to complement the Olympian Mount.

An inverted grass pyramid descends seven metres below the level of the restored terraces. Walking around the landscape, the new design is invisible, but drawing near to the Mount, a gentle grass path spirals down to a square pool of still water deep underground. The water reflects the sky, a little like an inverted James Turrell occulus.

The earthwork is named after Orpheus to celebrate its descending form and as a place for music and contemplation. When Orpheus’ wife, Eurydice, was killed by the bite of a serpent, he went down to the underworld to bring her back. His songs were so beautiful that Hades finally agreed to allow Eurydice to return to the world of the living
















KIM WILKIE associates
o contributo do seculo XXI para um espaço Histórico
































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Address - The Living Landscape Trust, Boughton House, Kettering, Northamptonshire, England, NN14 1BJ

Read more:http://www.gardenvisit.com/garden/boughton_house_garden


orpheu .... em musica:







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Excertos da "primeira" opera da história da musica
Orfeu de Monteverdi:
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