2º SEMINÁRIO DE REABILITAÇÃO URBANA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL


2º SEMINÁRIO DE REABILITAÇÃO URBANA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

O conceito de sustentabilidade tem ganho especial relevância nos
últimos anos, passando de um “chavão” de difícil definição, mas
amplamente utilizado em diversos discursos, programas e planos para um
conceito efectivamente importante e de aplicação concreta no nosso
quotidiano, quer ao nível da energia, transportes e construção, como
no planeamento de cidades e na gestão e administração de organizações
públicas e privadas.

O mesmo se passa com a reabilitação urbana que tem vindo a ganhar uma
maior importância e dinamismo fruto da nova realidade económica e
financeira que o mundo está a atravessar, aliado à necessidade urgente
de recuperar e reformular os cascos degradados e abandonados das
cidades sob pena das mesmas perderem de forma irreversível identidade,
coesão e atractividade.

Assim, o 2º Seminário de Reabilitação Urbana e Desenvolvimento
Sustentável, promovido pela “FARO 1540” , que terá lugar este ano no
dia 7 de Outubro (6ª feira), no Auditório do Instituto Superior de
Engenharia do Campus da Penha da Universidade do Algarve, procura
através das comunicações que serão apresentadas por um conjunto de
especialistas, fomentar um debate profícuo e objectivo procurando
informar os participantes de forma esclarecedora sobre as tendências e
as matérias que giram em torno destas temáticas.

O programa será apresentado em breve, podendo a organização já
confirmar a presença do Professor Doutor José Maria André do Instituto
Superior Técnico, especialista em Transportes, do Professor José
Carlos Mota da Universidade de Aveiro, especialista em Planeamento do
Território e mentor do movimento cívico “Cidades pela Retoma” e do
Prof. Doutor Desidério Batista, Director do curso de Arquitectura
Paisagista da Universidade do Algarve

Para se inscreverem e obter mais mais informações, os interessados
deverão visitar a página
electrónica da “FARO 1540” em

Este ano, a organização espera poder levar a efeito também na
Universidade do Algarve, uma exposição de sustentabilidade, a realizar
no mesmo dia do seminário e de forma paralela.

Nesta mostra, que será aberta aos participantes do seminário, aos
estudantes da Universidade do Algarve e ao público em geral espera-se
que os expositores exibam produtos e serviços na área das energias
renováveis, mobilidade, sustentabilidade de cidades, eco-turismo,
mobiliário e design urbano.



Qualificaçao da Quinta do Covelo - AP Porto

De regresso a Portugal, tem que se por as leituras obrigatorias em dia...a revista tudo sobre jardins é uma publicação de leitura obrigatória. Foi com grande satisfação que vi na edição "Primavera" , a edição numero 15, a publicação de um Pojecto desenvolvido por alunos do curso de Arqiutectura Paisagista da Universidade do Porto

No Passatempo do Land4us nesta revista, um abraço para os Autores, e votos de sucesso

Projecto de: Ana Margarida Peixoto; Paula Pereira e Oscar Fernades e Tiago Gonçalves




http://tsj.nauticapress.com/

Seminário Internacional de Projecto REFAZER PAISAGENS


ciclo de conferências que irá ter lugar no Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), no âmbito do Seminário Internacional "Refazer Paisagens" 2011:

“Visão Arquitectos de Lisboa sobre Lisboa”

21 Julho - Quinta-feira
18h00 - Conferência
Ricardo Bak Gordon - Arquitecto

22 Julho – Sexta-feira
18h00 – Conferência
João Nunes – Arquitecto Paisagista

25 Julho - Segunda-feira
18h00 - Conferência
Manuel Mateus - Arquitecto

26 Julho – Terça-feira
18h00 - Conferência
Gonçalo Byrne – Arquitecto

28 Julho – Quinta-feira
18h00 - Conferência
Carrilho da Graça – Arquitecto

*As conferências são abertas ao público (com lugares limitados)

Local: CIUL - Picoas Plaza - Rua Viriato 13 E, Lisboa
Metro: Picoas

Para mais informações:

Festival Internacional de polifionia portuguesa


22 de Julho
21h30, Sé de Braga
23 de Julho
18h00, Igreja Misericórdia, Ponte de Lima
22h00 Igreja São Gonçalo, Amarante
24 de Julho
18h00, Mosteiro de Tibães, Braga
22h00, Igreja Bom Jesus, Braga
29 de Julho
21h30, Igreja Mosteiro Landim, VNF
30 de Julho
19h00, Igreja de San Martín, Santiago Compostela
31 de Julho
21h30, Igreja N. Sra. Oliveira, Guimarães

Acesso livre e gratuito


Back to Portugal...

De regresso a portugal partilho um dos momentos mais sublimes da minha estadia em Inglaterra a estreia de Benjamin Grosvenor nos Proms....destaco o encore apos o concerto do Liszt.....devo ainda dizer que esta primeira semana dos Proms onde estive teve momentos de puro prazer musical inigualaveis e inesqueciveis para mim: desde o recital de orgao no Prom3 onde deitado no chão do royal Albert Hall descalço ouvia ao som da chuva miudinha que caia no tecto do albert hall a um choral de Bach (PERFEITO) até à MONUMENTAL sinfonia Gotica de Brian onde na primeira fila da Arena partilhando com os outros promers outra vez descalço, duas horas de grande musica com musicos espalhados por todo o lado tocavam esta sinfonia, nao esquecendo o virtuosismo dos solistas na william tell de Rossini ....


aqui vai Grosvenor e algunas fotos que tirei nesta first week of the BBC proms a temporada 117























promos of the 2011 season





BBC Proms 2011 Preview


Blog recomendado

Para desfrutarem de um "cheirinho" de Moçambique aqui vos deixo um Blog de uma amiga que está a fazer um voluntariado em Pemba, através da Helpo, uma ONG portuguesa. Espero que gostem e se poderem ajudem esta ONG.


Miradouros de Lisboa

Lisboa é sem dúvida a cidade dos Miradouros.

Dia 29, aproveitei o feriado de S. Pedro de Sintra e fui à descoberta de um Miradouro que ainda não conhecia, o Miradouro e Jardim do Torel.
Um recanto inesquecível desta cidade que vale a pena aproveitar. Depois de uma obra de recuperação, encontra-se um espaço bonito, cheio de vida e bem aproveitado.


Como chegar ao Miradouro do Torel a partir da Avenida da Liberdade e a partir da Avenida da República


Miradouro e Jardim do Torel (Fotografias da autora)

Blogs recomendados


O blog http://jardimformoso.blogspot.com/ tem como autor Gerald Luckhurst, um Arquitecto Paisagista Britânico, que vive em Sintra à mais de 20 anos. Em Portugal tem muitos projecto nomeadamente no Parque de Monserrate em Sintra, o Palácio Vale Flor em Lisboa e inúmeros Hotéis do Grupo Pestana. No site https://sites.google.com/site/geraldluckhurst2 pode ser visto o seu Curriculum Vitae e o seu Portefólio.

No Blog http://blog.parquesdesintra.pt/ pode ter todas as informações e ler todas as notícias a cerca da empresa Parques de Sintra - Monte da Lua S.A. Esta empresa gere a maior parte das propriedades do Estado situadas na Serra de Sintra. É uma empresa privada com accionistas públicos. Tem como objectivo preservar, a gestão sustentável o património histórico e natural da Serra de Sintra e a protecção contra incêndios.

Parque e Palácio de Monserrate


Palácio de Monserrate (Fotografia da autora)

Situado em plena Serra de Sintra, o Parque de Monserrate é um local único cheio de recantos, cascatas, árvores exóticas, lagos e pontos de vistas, com fortes inspirações inglesas, mouriscas e portuguesas.

O seu proprietário conhecido mais antigo, na altura do reinado de D. Manuel I, era o Hospital Real e Todos-os-Santos e tinha o nome de Quinta da Boa Vista. Provavelmente a sua ocupação humana é muito mais antiga, visto ter um sistema de rega com origens mouriscas, ainda existente, com a captação de água através de minas na encosta da Serra que é encaminhada para as zonas de cultivo.
Em 1540, um padre chamado Gaspar Preto, no regresso de um peregrinação à Abadia Beneditina de Monserrate, nos Pirinéus na Catalunha, construiu uma Capela no local onde atualmente se situa o Palácio. A escolha do local foi bastante influenciada pois Mont serrat em catalão significa "montes em forma de serra". Na capela foi colocada uma imagem da Virgem em alabastro, que veio de Roma, perdendo-se no terramoto de 1755.
Em 1601 o Hospital arrendou a Quinta à família Melo e Castro que a adquiriu em 1718. Este novo proprietário, Caetano de Melo e Castro, tinha sido Vice-rei da Índia.
Depois da sua morte, visto que a família continuava em Goa, Monserrate foi arrendada formalmente em 1790 a Gerard de Visme. No contrato de arrendamento estava estipulada a construção de uma nova casa na propriedade tendo iniciado de imediato as obras.
Gravura do Palácio de Monserrate de 1793 (Fonte: base de dados da Parques de Sintra - Monte da Lua, S.A.)

Gerard de Visme era um comerciante inglês de origem francesa, que veio para Portugal com cerca de vinte anos. Era sócio da firma Purry, Mellish e Devisme, que se dedicava ao comércio de diamantes e madeiras exóticas vindas do Brasil. Das suas realizações destacam-se a sua casa em São Domingos de Benfica, que é a primeira casa neoclássica construída em Portugal e o Castelo Neogótico de Monserrate.
Contudo, dois anos depois do início das obras, foi definitivamente para Inglaterra, subarrendando a propriedade a William Beckford em Julho de 1794. Este inquilino executou também obras nesta propriedade de jardinagem, como o desvio da ribeira para fazer uma cascata e o arco de Vathek, junto à cascata.
Em 1808 Beckford desistiu do arrendamento, devido, provavelmente, às invasões francesas no final do ano de 1807 e com a fuga da família Real para o Brasil. Depois disto a propriedade entrou em grande decadência.

Gravura do Palácio de Monserrate de 1852 (Fonte: base de dados da Parques de Sintra - Monte da Lua, S.A)

Em 1841 chegou a Portugal um jovem inglês muito rico, comerciante de tecidos, de 24 anos, chamado Francis Cook(1817-1901). Nutria uma grande paixão pela arte, tendo uma vasta coleção de arte enciclopédica, a Cook's Colletion, onde se destaca a sua coleção de pintura espalhada por vários museus ingleses.
Em Portugal casou-se com Emily Lucas, filha de um sócio da firma de comerciantes ingleses estabelecidos em Lisboa.
O casal, nos dois primeiros anos de casados, passaram os verões em Portugal, na Quinta de São Bento, perto de Monserrate, e descobriram o Palácio abandonado, sem telhado e sem janelas. Arrendaram a propriedade, e passado alguns anos, em 1856, chegaram a compra-la. Depois disto Cook começou então a obra do Palácio e dos Jardins que ainda hoje subsistem.

Família Cook e amigos em Monserrate (Fonte: http://amigosdemonserrate.com)

Monserrate foi uma propriedade dos Cook durante três gerações. O Crash da bolsa de Nova Iorque de 1929, levaram a que os netos de Francis Cook tivessem de vender Monserrate, a Raul Sáragga, em 1946, que leiloou o recheio do Palácio e tentou lotear os 143 hectares, sendo impedido pela Câmara Municipal de Sintra. A Fazenda Nacional acabou por adquirir a propriedade, a tapada e o palácio vazio, em 1949.
Em 2000 passa a estar sobre a tutela da Empresa Parques de Sintra - Monte da Lua S.A.
O Palácio de Monserrate foi alvo de uma intervenção de restauro que terminou em 2007 com a sua abertura ao público. Este projeto ganhou o Prémio de Turismo de Portugal de 2010, na categoria de melhor projeto de requalificação (sector público).
O Jardim de Monserrate está aos poucos a ser restaurado, tendo sido inaugurado recentemente o Jardim do México a 23 de Setembro de 2010 e o Roseiral a 29 de Março de 2011, com a presença do Príncipe de Gales e a Duquesa da Cornualha. As intervenções no Jardim estão a cargo do Arquitecto Paisagista Gerald Luckhurst.

Jardim do México de Monserrate (Fotografia da autora)

O Palácio de Monserrate é constituído por um corpo central de base quadrada com dois pisos e duas alas laterais simétricas tipicamente neopalladianas, que terminam em duas torres circulares, que lhe conferem um carácter neogótico.
Para a construção da nova casa Francis trouxe a Sintra o arquitecto James Thomas Knowles(1831-1908) , tendo as obras decorrido entre 1863 e 1865. Esta casa foi projetada para ser visitada duas vezes por ano em períodos de cerca de um mês, sendo utilizada como local de reunião de amigos e familiares, para festas e passeios no jardim e na Serra, não se tratando assim de uma casa de campo, mas uma casa de "férias". O Palácio também serviria para albergar parte da coleção de arte de Francis Cook. A obra de James Thomas reúne o estilo gótico italiano, o exotismo dos elementos orientais e elementos portugueses. Toda a casa é muito decorada, com paredes cheias de pormenores, destacando-se a Sala da Música com a cúpula revestida com elementos decorativos em madeira, quer garantem uma uniforme distribuição dos sons contribuindo para ter boa acústica, e a biblioteca, com as paredes repletas de estantes.

Corredor central do Palácio de Monserrate (Fonte: http://amigosdemonserrate.com)

Biblioteca do Palácio de Monserrate (Fonte: http://amigosdemonserrate.com)

Sala da Música Palácio de Monserrate (Fonte: http://amigosdemonserrate.com)

O Jardim de Monserrate tem uma matriz inglesa, à semelhança da casa, muito diferente dos jardins barrocos então em moda em Portugal. Gerard tinha um grande interesse pelas plantas exóticas, fazendo um verdadeiro jardim botânico neste local. O mais fascinante é a combinação da matriz inglesa com motivos decorativos próprios dos Jardins Portugueses, adaptando o modelo inglês ao país. Os jardins desta propriedade foram valorizados com a adições artísticas e plantações ornamentais. Com a interpretação de gravuras terá havido nestes Jardins um obelisco, um arco ramano, uma cocheira neoclássica, uma torre gótica. Ainda se verifica a existência de um eremitério, cuja fachada principal é semelhante à da Capela que Gaspar Preto edificou na propriedade, tendo ainda sido reaproveitadas as cantarias que sobreviveram ao terramoto de 1755. Esta construção, hoje designada por Capela, foi transformada em ruína no tempo dos Cook.

Capela de Monserrate (Fotografias da autora)

O Jardim de Monserrate foi sendo lentamente construído entre 1863 e 1929, em consonância com o Palácio, seguindo o conceito do pitoresco, construindo diversos cenário, como a cascata, o Vale dos Fetos, a Capela e o Relvado. Surgiram numerosas vistas, em locais normalmente assinalados com bancos de pedra, para o exterior da propriedade como também para pontos de interesse do seu interior, sendo o Palácio o local para onde converge a maioria das vistas. Estes pontos de vista tornam os passeios dinâmicos.

Vista para o Palácio (Fotografias da autora)

O clima de Sintra, para além de permitir a plantação de espécies típicas do Norte da Europa, permite também a plantação de espécies de climas mais quentes. Por isso, no Jardim da Monserrate foram criadas zonas com plantas provenientes de determinados países, como o México, a Austrália, a China e o Japão, aproveitando os diversos microclimas existentes nesta área. O Relvado de Monserrate foi o primeiro em Portugal a ter um sistema de rega que permitisse mante-lo verde durante todo o ano. O vale dos Fetos foi construído no vale entre a cascata e a capela por reunir boas condições de luminosidade e humidade.

Feteira de Monserrate (Fotografia da autora)

Cascata de Monserrate ( Fotografia da autora)

48th IFLA World Congress 2011
Zurich, Switzerland, 27-29 June.
The biggest gathering of landscape architecture professionals in the world

http://www.ifla2011.com/


The End!!

O fim do Ciclo Académico já tem data marcada para alguns dos nossos colegas e amigos

Inicia-se assim no dia 12 e 13 de Julho a primeira fase da Apresentação de Relatórios de Estágio dos alunos finalistas do curso de Mestrado em Arquitectura Paisagista do Porto

Muita boa sorte a todos, destaco que alguns membros deste blog irão apresentar os seus relatórios nestes dias

Sir Geoffrey Jellicoe Award 2011


Cornelia Hahn Oberlander é a vencedora do Prémio Sir Geoffrey Jellicoe 2011

O prémio Sir Geoffrey Jellicoe é a mais alta honra concedida a profissionais da Arquitectura Paisagista pela Federação Internacional de Arquitetos Paisagistas(IFLA)
Cornelia Oberlander tem vindo a trabalhar no campo da Arquitectura Paisagista à já seis décadas. Ela foi um dos primeiros graduados do sexo feminino do programa de Arquitectura Paisagista na Harvard University Graduate School of Design, começou a sua pratica Profissional em colaboração com alguns dos mais importantes Arquitectos Modernistas. Será homenageada no IFLA World Congress 2011 em 28 de junho...


Vancouver City Library - Green Roof



Para mais vêr:

 
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