Assumindo, assim, uma função informativa, este acontecimento é destinado ao público em geral, visando dar a conhecer o profícuo contributo da Classe dos Arquitectos Paisagistas para a criação, preservação e gestão da paisagem portuguesa.
É neste sentido que a Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP) promove a presente exposição colocando em destaque trabalhos de associados, mas profundamente conscientes de estarmos longe de se pretender constituir um exaustivo levantamento de todo o espólio e tipologias temáticas produzidos no âmbito da Arquitectura Paisagista.
Tem este acontecimento o desígnio de, conjuntamente com outros criados em simultâneo pela APAP (em estreita colaboração com diversos entidades), integrar um evento globalizante que assentará na estratégia da Associação em consciencializar a opinião pública da necessidade de se constituir em Ordem enquanto expressão última da defesa dos técnicos que representa e da salvaguarda do património intelectual e prestígio acumulado ao longo dos tempos.
Deste modo e volvidos que estão mais de três décadas sobre a fundação da APAP, a qual se tem debatido e lutado por ideais granjeadores da dignificação social dos seus associados e na apologia da arte da Arquitectura Paisagista, associada às escolas nacionais que há mais de sessenta anos leccionam no meio universitário a “arte de ordenar o espaço exterior em relação ao homem”, conforme definição de Arquitectura Paisagista proferida pelo Prof. Francisco Caldeira Cabral na lição de 20 de Janeiro de 1943, ocorrida no Instituto Superior de Agronomia, desenvolve presentemente a APAP uma acção promocional junto dos órgãos oficiais respectivos, alteada na entrega na Assembleia da Republica um processo/petição, no sentido de se vir a constituir a Ordem dos Arquitectos Paisagistas.
Neste contexto, a presente exposição é o culminar da estratégia de divulgação e promoção de um longínquo e aliciante projecto de investigação científica e olhar reflexivo sobre a paisagem que se fez/faz humanizada, traduzido numa das mais belas criações artísticas da cultura portuguesa.
Público alvo: A exposição «O Arquitecto Paisagista: Conceito e Obra» destina-se ao grande público e constitui-se como uma mostra de 48 trabalhos de profissionais em diferentes áreas de intervenção e 7 painéis institucionais.
2007
Tavira – Palácio da Galeria – 14 de Julho a 8 de Setembro
Évora – Palácio D.Manuel – 7 a 30 de Novembro
2008
Vila Real (Fevereiro/Março)
Porto (Abril/Maio)
Lisboa (Setembro/Outubro)
Madeira (a confirmar)
2008
Exposição Internacional ZARAGOÇA 2008, em parceria com a Associação Espanhola de Paisagistas.
A Expo 2008 abrirá as suas portas entre 14 de Junho e 14 de Setembro com o tema "A água e o desenvolvimento sustentável“. A APAP foi convidada a integrar a Coordenação Técnico-Científica das Jornadas «Água, Paisagem e Sustentabilidade», e a apresentar a nossa Exposição, que inclui um tema dedicado a ÁGUA – intervenções em frentes de rio e mar.
Ciclos de Conferências Nacionais e Internacionais a realizar nos locais de acolhimento da Exposição, com coordenação das Universidades.
Visitas guiadas por especialistas a pontos de interesse nas cidades de acolhimento.
Português/Inglês, 250 páginas, capa dura, cor
Para além dos trabalhos expostos e de um texto da presidência da EFLA - European Foundation of Landscape Arquitecture, inclui reflexões sobre a evolução da paisagem nas suas diferentes tipologias, vista a partir de personalidades relevantes da sociedade portuguesa: Vasco Graça Moura (poeta e tradutor), Paulo Pereira (historiador de arte), Vitor Oliveira Jorge (antropólogo e arqueólogo), Viriato Soromenho Marques (filósofo), João Botelho (cineasta), Fernando Alves Correia (jurista), Pedro Castro Henriques (antropólogo), Rogério Ribeiro (artista plástico), entre outros.
Ambiente, Ensino, Água, Ordenamento, Requalificação, Parques Urbanos, Jardins, Equipamentos














